Exteriorização do Duplo-Etérico
O duplo-etérico se separa do corpo carnal durante a anestesia, no transe mediúnico ou quando o espírito vaga fora do corpo carnal adormecido no leito, e isso provoca no homem uma redução de vitalidade física e queda da temperatura. Em tal condição, o duplo-etérico adquire mais liberdade de ação, aumenta seu energismo e se torna hipersensível, porque o corpo físico, estando adormecido ou em transe, se mantém com reduzida cota de Prâna para nutrir-se, não sendo difícil que o corpo depois manifeste, em sua contextura material, os eventuais efeitos de qualquer acontecimento ofensivo ocorrido durante a separação de seu veículo etérico.
O passe magnético, o passe espírita, a hipnose, a prática mesmérica e o transe mediúnico, bem como casos de acidente, são situações que podem afastar parcialmente o duplo-etérico, enquanto a morte, sem dúvida, o separa definitivamente do corpo físico.
Mesmo quando o duplo-etérico se afasta do organismo físico, ainda conserva a sua forma humana, lembrando o homem como recortado em massa nebulosa um tanto brilhante e movediça. Durante o processo de materialização, hipnose, anestesia e durante o sono, reduz-se muito a taxa de Prâna ou vitalidade que é absorvida comumente através do meio ambiente pelo chacra esplênico.
Nessa ocasião, o duplo-etérico tende a projetar-se para o mundo oculto, no qual ele se sente “à vontade” e se mostra mais sensível e eufórico, enquanto se revigora de Prâna, sem necessidade de alimentar o corpo físico adormecido.
O transe mediúnico, a catalepsia, a anestesia total, a hipnose e o ataque epilético resultam, mais propriamente, do afastamento súbito do duplo-etérico, responsável pela absorção vital do meio, em relação ao corpo físico.
São fatores que afastam o perispírito (corpo astral) e o duplo-etérico:
- Transe mediúnico (efeitos físicos).
- Ataque epilético.
- Catalepsia.
- Anestesia total.
- Hipnose, mesmerismo.
- Sono.
- Passe magnético, passe espírita.
- Acidentes bruscos.