O Duplo Etérico, os Chacras e a Aura da Saúde
O duplo-etérico, além de suas importantes funções de intercambiar todas as reações entre o perispírito e o corpo carnal, é também um indispensável “reservatório vital”, razão porque, por vezes, é também chamado indevidamente de “corpo vital”.
Os órgãos do duplo-etérico responsáveis pela absorção e circulação do Prâna ou energia vital no corpo físico denso são os centros de força, conhecido por “chacras”, cada qual com uma localização e função principal, em correspondência com uma região de plexos nervosos do corpo físico, sendo sete os principais chacras, ligados entre si por condutos conhecidos como meridianos (nadhis), por onde flui a energia vital por eles modificada.
Do duplo-etérico irradia-se uma aura radioativa resultante da exsudação do Prâna que, depois de absorvido pelo organismo etéreo-físico, é novamente expelido para o exterior formando a conhecida “Aura da Saúde”, que ultrapassa, em sua forma ovóide vários centímetros da periferia do corpo humano.
Externamente à configuração do duplo-etérico, se forma uma aura radioativa semelhante a um imenso ovo, que desprende, por vezes, umas chispas argênteas (prateadas), conhecidas entre os ocultistas e magos como “Aura da Saúde”, que atinge de 5 a 10 cm além do corpo físico.
A “Aura da Saúde” exsudada pelo duplo-etérico de um antropófago é um ovóide gorduroso, denso, a escorrer um visco de alguns centímetros além do corpo físico, ao passo que, em Jesus de Nazaré essa aura era como rica vestimenta fluídica e cristalina, e de vitalidade tão poderosa que fazia curar instantaneamente os enfermos e portadores de moléstias das mais estranhas e cruciantes. É por isso que os lugares onde sepultam criaturas de elevada estirpe espiritual ficam impregnados de uma “aura vitalizante”, ou energismo terapêutico capaz de curar certos doentes mais sensíveis. Porém, nesses lugares, com o decorrer do tempo, essa aura curativa também vai se tornando inócua, e eles, pouco a pouco, perdem a sua fama, conforme já sucede com as Águas de Lourdes, cujo éter-físico “miraculoso” já se exauriu.