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Fraternidade Ramatís

O Curso

Apostila 04 Involução e Evolução nos Planos da Criação Seção 12 de 15 A Diferenciação ou Individualização da Centelha Espiritual em Espírito Imortal e sua Evolução no Reino Hominal

A Diferenciação ou Individualização da Centelha Espiritual em Espírito Imortal e sua Evolução no Reino Hominal

Deus cria incessantemente novas consciências espirituais em todos os instantes da vida cósmica, que então se constituem em outras “centelhas” ou “chamas”, com a noção individual de existirem no oceano de energia Divina. Após o apercebimento de si mesmas, elas iniciam a amplificação de sua consciência através de incessante expansão psíquica, e que se sucede por todos os reinos e todas as formas dos mundos.

É evidente que, embora se criem novos espíritos em todos os momentos da Vida Universal, Deus permanece inalterável em Sua Essência Eterna e, sem qualquer desgaste divino, as novas centelhas ou chamas particularizadas de Sua Luz então passam a se sentir alguém no comando de sua consciência individual. Sob determinado impulso íntimo criador, as partículas de Luz provenientes do Espírito Cósmico de Deus em certo momento principiam a viver e a se configurar como núcleos de consciências centralizadas no Universo.

O apercebimento ou a definição psíquica aumenta pelo relacionamento incessante com o próprio mundo educativo das existências físicas, a fim de compor a sua memória perispiritual no simbolismo do espaço e do tempo. Eis o início da jornada ininterrupta e eterna do ser espiritual, que desenvolve tanta sabedoria e noção de existir, quantas sejam as suas experiências educativas no comando dos corpos físicos, ou na vivência nos mundos extrafísicos, quando desencarnados.

Na forma de “centelhas”, “chamas” ou “partículas luminosas”, eternas e indestrutíveis, os homens são filhos de Deus, que é a Inteligência Suprema do Universo, a Luz Eterna e Infinita. No âmago da consciência individual de cada homem, portanto, Deus é o fundamento eterno e a unidade espiritual de todos os seres. Dessa forma, o homem é um “mini-Deus”, assim como a gota d’água do mar é um mini-oceano, pois o homem possui em si mesmo a miniatura de todos os atributos do Criador.

Ao se criar um novo espírito no seio de Deus, ele já possui em si mesmo, latente e microscosmicamente, o conhecimento e a realidade macrocósmica do Universo. Isso acontece, porque a individualização espiritual do homem só ocorre depois que o Psiquismo Cósmico efetua o seu completo descenso vibratório, ou seja, a inversão do “macro” até o “microcosmo”. Os velhos mestres orientalistas já afirmavam, há milênios, que o “macrocosmo”, ou o mundo grande, está no “microcosmo”, o mundo pequeno, ou seja, “o que está em Deus está em sua criatura”.

O “macrocosmo divino” existe e contém-se na realidade do “microcosmo humano”, que é o homem. O homem é a miniatura de Deus, e Deus a amplificação cósmica do homem. O centro de consciência humana, que se organiza individualmente no seio do Psiquismo Cósmico, constitui- se num campo íntimo, ou na miniatura psíquica do próprio macrocosmo: “O homem foi feito à imagem de Deus.” Ao despertar individualmente, o espírito humano já possui em si mesmo a miniatura potencializada do próprio Psiquismo Cósmico de Deus.

A título de exemplificação algo simplista, o “macro-pinheiro” (a araucária), cujos ramos buscam o alto, forte e resistente na sua configuração definitiva, existiu inteirinho na “miniatura” do pinhão, ou seja, no “micro- pinheiro”. Pode-se dizer que o pinhão é um pinheiro em miniatura, pois contém dentro de si todos os atributos da araucária em estado latente, apto e prestes a desenvolvê-los paulatinamente. Assim que a semente do pinhão é plantada no solo, depois de certo tempo germina e, gradativamente, vence as adversidades do meio nos seus ajustes para a emancipação, até atingir a configuração gigantesca decisiva do pinheiro.

É evidente que esse acontecimento ou fenômeno só se concretiza porque na intimidade do próprio pinhão há todo um pinheiro em estado de latência (em potencial), cujos atributos criativos despertam, e se impõe na própria razão do crescimento da árvore. De modo semelhante, o espírito do homem também é ajustado ao solo das lutas cotidianas, onde deve romper a crosta da personalidade animal inferior e desenvolver os atributos de Deus existentes em sua intimidade espiritual, até alcançar a plenitude do anjo consciente, que é a sua Realidade Divina.

O “homem velho”, produto dos instintos da animalidade, também deve morrer, assim como no fundo da terra o pinhão se modifica de simples semente até originar o pinheiro majestoso, para em seu lugar renascer o “homem novo”, onde predominam os sentimentos e a razão, meios para a ascensão angélica! A consciência individual, ainda virgem e ignorante, mas excitada pelo dinamismo centrífugo, promove a sua ascese espiritual desde a transformação do átomo em molécula, da molécula em célula, da célula ao organismo, do organismo animal ao tipo humano, e depois, a metamorfose do homem até a configuração do arcanjo constelatório.

Os atributos divinos, miniaturizados no espírito do homem, despertam e se amplificam à medida que ele desenvolve a sua consciência humana na experiência de mais vida, sabedoria e poder. O espírito do homem, eterno e incorruptível, uma vez desperto, cresce incessantemente, ampliando a consciência e o sentimento superior, desenvolvendo os próprios atributos divinos, porque foi criado da essência eterna de Deus, pois o Criador é o fundamento criativo e eterno de toda individualidade humana.

O espírito do homem é indestrutível, porque foi criado da essência eterna e inalterável de Deus, mas, embora vinculado à “Consciência Cósmica”, é sempre uma consciência individual , que teve um princípio ou uma origem “pessoal” em certo espaço-tempo. Em conseqüência, houve uma época ou um “momento” em que o homem começou a ter noção de existir, como a criança a ter noção de si e do meio que a cerca. O homem define-se e individualiza-se no Universo, figurando como entidade de importância e a caminho de desenvolver, também, o potencial criativo tanto quanto amplia sua consciência.

O espírito humano um dia iniciou sua conscientização, individualizou-se sob o impulso de uma vibração centrípeta, e finalmente personalizou-se no seio da Divindade. Em seguida, a consciência espiritual do homem, centro indestrutível de sua individualização, prossegue no incessante crescimento psíquico qualitativo, e ao mesmo tempo panorâmico, a fim de abranger cada vez maior volume ou porção da própria Mente Universal, sob processo contínuo e inexorável! Em conseqüência, o espírito do homem, embora seja eterno e indestrutível, possui uma idade sideral a partir da época ou do tempo em que iniciou a sua consciência particular e individualização no Cosmo, emancipando-se no tempo e no espaço, fichado nos “Registros Cármicos” por um código sideral definitivo.

Os espíritos são classificados nos “Departamentos de Reencarnação”, no mundo espiritual, sob uma determinada sigla e número que lhes identifica a individualidade permanente, pois os nomes e as personalidades transitórias são de menos importância. Convém distinguir a idade que limita a personalidade humana transitória, a qual existe somente entre o berço e o túmulo físico em cada encarnação, comparada à consciência sideral, a entidade definitiva e inalterável, que se individualiza e se desenvolve na sucessão de séculos, milhões, bilhões e trilhões de anos!

Através do perispírito, organismo que preexiste e sobrevive a todas as mortes físicas, a consciência espiritual indestrutível manifesta-se em cada existência humana, materializando um novo corpo físico transitório, mas sem perder o acervo e a memória das experiências de todas as vidas anteriores. No aprendizado periódico que o espírito do homem realiza na superfície dos orbes materiais, ele desenvolve tanto os seus poderes latentes criativos, como passa a conhecer cada vez mais a sua própria individualidade.

Tal qual imenso colar de contas que aumenta sucessivamente no tempo e no espaço pelo acréscimo incessante de novas contas, cada uma representando uma vida humana, o espírito imortal é o fio permanente que as une, sustentando as diversas personalidades humanas encarnatórias, moduladas nas sucessivas existências físicas, através de organismos carnais que se substituem sucessivamente na superfície dos orbes. Enquanto essas contas ou encarnações físicas podem variar em sua forma, cor, raça ou contextura personal transitória, o fio que as une, o espírito imortal, jamais se modifica.

Não importa se em cada encarnação ou cada conta desse suposto colar, a personalidade humana transitória venha a ser conhecida por um determinado nome ou outro; o certo é que o fio do colar é a individualidade eterna que se emancipa no tempo e no espaço. Em cada existência física o espírito plasma um tipo de organismo cuja estrutura anátomo-fisiológica depende também da herança biológica da família onde se encarna; em seguida, recebe um nome adequado à raça ou parentela que lhe fornece a vestimenta anatômica, sem que isso lhe altere a identificação individual definitiva e figurada nos registros de ordem sideral.

A individualidade do espírito não se enfraquece, mas se desenvolve e se encorpa, tanto quanto for o seu comportamento periódico às sucessivas vidas humanas. Todos os espíritos progridem lenta e incessantemente, sob o mesmo processo evolutivo, em consonância com a Sabedoria, Justiça e o Amor de Deus, pois não há discrepância, privilégio ou graça na pedagogia divina; assim, as distinções de capacidade, inteligência e cultura inata entre os homens são mais propriamente diferenças de idade sideral de seus espíritos.

É o tempo de vida da consciência de cada espírito, ou mais propriamente a sua idade sideral, que o situa na faixa vibratória eletiva ao seu maior entendimento psíquico, em vez do conhecimento ou da aquisição obtida na precariedade de uma existência física. O troglodita, por exemplo, ainda é um espírito infantil, que apura a sua sensibilidade psíquica através do exercício dos cinco sentidos físicos em adestramento no mundo; é criatura que mal engatinha no apercebimento de sua consciência sideral, demasiadamente imatura para impor o seu princípio espiritual sobre a força milenária das tendências animais.

Assim como a criança que, sob a disciplina do mundo, desenvolve-se protegida até alcançar a condição de homem adulto, e se liberta das irresponsabilidades da infância, todos os espíritos ainda crianças, ignorantes e virgens, também ingressarão no seio da humanidade angélica, conscientes de sua vida imortal. “Nenhuma ovelha será perdida no aprisco do Senhor” Cada uma das criaturas humanas é um espírito indestrutível porque foi criado da própria essência divina e eterna, mas variando conforme a idade sideral.

Houve um tempo, ou momento, há séculos, milênios, milhões, bilhões ou trilhões de anos do calendário terrestre, em que então começamos a existir como indivíduos diferenciados no seio da criação. Assim, existem simultaneamente no Universo tantos espíritos novos e infantis, como antigos e adultos, mas cuja graduação ou gabarito espiritual depende exatamente do tempo em que eles principiaram a ter noção de existir. Em todos os instantes da vida, nascem, surgem ou se iniciam novas consciências, isto é novos espíritos se individualizam no Universo e adquirem a noção particular de existir, embora continuem vinculados sempre à fonte criadora Divina.

Deus não concede privilégios especiais e extemporâneos, mas proporciona, eqüitativamente e sem quaisquer preferências ou simpatias, os mesmos ensejos de conscientização e aperfeiçoamento a todas as suas criaturas. Nenhum espírito é originalmente superior a outro, mas todos possuem em estado latente o mesmo poderio, a mesma capacidade, sabedoria e anseio evolutivo rumo à Fonte Criadora. As consciências majestosas e interplanetárias dos anjos e arcanjos, que iluminam e nutrem a intimidade psíquica dos orbes e das constelações astronômicas, não passam de entidades emancipadas sob o mesmo processo espiritual e evolutivo que preside a gestação e o desenvolvimento da consciência de todos os filhos de Deus.

Assim, aquele que hoje é um pecador, no futuro será um anjo! Ante o determinismo do processo evolutivo, que é justo, equânime e sem privilégios para os filhos de Deus, a centelha espiritual mais ínfima do Cosmo um dia há de ser um Logos Solar, embora essa maturidade sideral só ocorra após a criação e a destruição de alguns Universos físicos (Grandes Planos ou Manvantaras). Ainda sob o invólucro de uma criatura primária e pecadora, Deus serve-se dos atributos divinos ali existentes, e modela a criatura à sua imagem.

Lenta e inexoravelmente, no residual da própria animalidade, gesta-se a consciência radiosa de um anjo e o comportamento sublime de um santo. O homem ainda vive sob os impulsos e as excitações da energia criativa do instinto animal, a qual lhe organiza a vestimenta de carne na face dos orbes físicos, mas, depois que supera a animalidade, ele também se converte num transformador sideral, capaz de absorver certo impacto energético do Psiquismo Cósmico, a fim de distribuí-lo, por sua vez, gradativamente, na intensidade psíquica adequada à vida dos seres menos evoluídos.

O Psiquismo Cósmico, em sua descida vibratória, filtra-se a atua através dos diversos campos e reinos do mundo físico, até modelar a configuração do espírito do homem. Entretanto, o nascimento, a formação ou definição do espírito individualizado do homem não é apenas um simples fato, primário ou conseqüente de súbito fenômeno ocorrido no seio do Psiquismo Cósmico. A centelha ou partícula espiritual, quando assinala o seu primeiro apercebimento íntimo e consciência de existir e se diferencia do Todo Divino, já é a etapa final de um longo processo em gestação através de todas as múltiplas formas do Universo.

Não se trata de um acontecimento miraculoso, a diferenciar um novo núcleo de consciência particularizada no seio de Deus, mas essa individualização consciencial só ocorre após o descenso vibratório psíquico, desde a forma galaxial, constelatória e planetária até ultimar a sua filtração pela intimidade dos reinos mineral, vegetal, animal e se definir no homem, como o produto mais precioso e avançado. A alma humana, originária da essência angélica de Deus e portanto indissolúvel e permanentemente ligada ao Criador, não reconhece “instantaneamente” a sua consciência divina, mas fá-lo de modo gradual, à medida que passa por um processo ou aprendizado espiritual gradativo pelos mundos planetários.

As almas dos homens são entidades espirituais “virgens” que se diferenciam no seio da própria Consciência Cósmica e depois desenvolvem a sua consciência física e individual pelo acúmulo de fatos e das imagens vividas nas existências carnais ou nos intervalos de sua permanência no mundo astralino. A sua memória cresce e se amplia no infinito do tempo e do espaço, até se consolidar num apercebimento consciente do ser-indivíduo que dali por diante se sente uno e inconfundível no seio do próprio Criador.

Durante a eclosão da luz crística que se manifesta na intimidade de toda criatura, num processo endógeno (de “dentro para fora”), o espírito do homem vai se apercebendo do mistério de sua origem divina e da coesão de conhecer-se a si mesmo. Ele passa a reconhecer e compreender o processo que o torna um “ser-indivíduo”, à parte, no Cosmo, de modo gradativo, sem fundir-se com o Todo Criador, adquirindo a consciência plena, global e completa. Apesar do espírito do homem encontrar-se “ligado” eternamente com Deus, em cuja fonte ele se originou e se alimenta, e que o torna a miniatura portadora dos mesmos atributos da divindade, ele deve “reunir-se” ou “religar-se” com o Pai, ampliando e divinizando a sua consciência pelo entendimento completo da vida e pelo sentimento crístico incondicional, num estado de religiosidade, através da sublimação espiritual, que o faz aproximar-se ou assemelhar-se com Deus.

O homem deve buscar a mobilização dos recursos sublimes do próprio ser, para então gozar de maior intimidade com o seu Criador, num estado superior de espírito, quando ele procura realmente maior aproximação com a “verdadeira” natureza de Deus. Não importam os séculos e os milênios que já foram vividos na matéria em contato com a animalidade, em que o homem desenvolve a sua consciência e enriquece sua memória sideral, pois no momento oportuno de maturidade e progresso espiritual, a Faísca Divina eclode na alma humana, fazendo com que o anjo que nela habita assuma definitivamente o comando do seu ser.

O homem eleva-se ou afina-se em espírito, à medida que purga os seus pecados, abandona os vícios ruinosos, domina as paixões perigosas e despreza os prazeres lascivos da carne. Comumente o homem excita os seus nervos tanto quanto seja o seu interesse em maior contato com o turbilhão da vida, e principalmente devido à cobiça pelas coisas do mundo material. Aqueles que pretenderem uma existência tranqüila e quiserem libertar-se dos ciclos aflitivos da vida física, precisarão orientar-se pela inteligente advertência de Jesus, quando disse: “Buscai os tesouros que a traça não rói e a ferrugem não consome!”.

Conforme reza a tradição religiosa, o homem á inspirado à direita pela voz do anjo, que então o aconselha à prática de virtudes mais sadias, e, à esquerda, recebe a sugestão capciosa do mal, simbolizada na figura tenebrosa do Diabo mitológico. Assim, de um lado, ele recebe o convite angélico para renunciar em definitivo às ilusões da carne e alçar-se às esferas resplandecentes; do outro lado, o instinto animal, ou Lúcifer, exige-lhe a submissão completa ao mundo das paixões crepitantes e dos vícios sedutores, no sentido de impedir a fuga do espírito, que há tantos milênios ele domina.

Trava-se desesperado convite entre a “luz” e a “treva”, entre o “espírito” e a “carne”, pois no mundo oculto do ser, a personalidade humana impõe as suas algemas tirânicas, enquanto o espírito tenta a sua libertação definitiva! Os santos e os gênios podem explicar isso, pois eles se sentiram perturbados, exauridos e desalentados quando, em sua luta titânica, tentaram a vitória do espírito sobre o desejo animal. Embora a alma forje a sua consciência de “ser” ou de “existir” no Cosmo, pela disciplina e coação educativa da matéria, paradoxalmente ela só consegue a sua libertação definitiva depois que foi escrava dos instintos!

A alma liberta só se move no trânsito sideral quando logra o perfeito equilíbrio entre as suas duas asas, em que uma significa a razão, e a outra o sentimento, emancipados. Os credos, as religiões, os cursos iniciáticos e as doutrinas espiritualistas ajudam o homem a distinguir a senda mais certa para sua ventura espiritual, mas só a “auto-realização”, a vivência em si mesmo dos ensinamentos evangélicos, é que lhe concedem o direito de habitar planos paradisíacos.

Depois de conhecer o programa superior do hábito do Bem e dos preceitos evangélicos, cabe-lhe a responsabilidade de executá-los em si mesmo na experimentação cotidiana, a fim de expurgar os resíduos da vida animal inferior que serviram de base à formação de sua consciência individual. Todos os momentos que o homem vive na face dos mundos planetários devem ser aproveitados na “auto-realização” superior, uma vez que já conhece o programa espiritual que o conduz à felicidade!

Diagrama dos planos cósmicos cruzados com os reinos da matéria (mineral, vegetal, animal, humana, espiritual), mostrando até que plano a consciência de cada reino alcança.
Involução e evolução: até que plano cósmico alcança a consciência de cada reino — do mineral ao humano e espiritual.