Introdução
Sob a garantia histórica religiosa, o homem pode sentir-se um reflexo de Deus, uma centelha da Energia Cósmica Divina, e tranqüilo candidato à felicidade eterna! Ele não pode duvidar do seu Magnânimo Criador, que ativa incessantemente os sucessivos “Grandes Planos” ou “Manvantaras” da Criação, com o propósito divino de conduzir as suas criaturas à sublime condição angélica. Na sucessão consecutiva de Grandes Planos (Manvantaras), substituindo-se uns aos outros, se forjam as consciências individuais que, nascidas absolutamente virgens e ignorantes, são lançadas na corrente evolutiva das cadeias planetárias.
Em seguida despertam, crescem, se expandem e absorvem a noção relativa do “bem” e do “mal”, do “belo” e do “feio”, do “sadio” e do “enfermiço”, até lograrem a consciência do seu próprio destino e se alçarem às faixas superiores da angelitude. Na seqüência, os espíritos já angelizados ainda galgam níveis cada vez mais sublimes para atingirem as freqüências arcangélicas através de outros “Grandes Planos”, assumindo as responsabilidades de comandos planetários e até constelatórios.
Arcanjos emancipados e liberados de quaisquer condições opressivas e restritivas do Universo, eles então passam a orientar e guiar as novas humanidades planetárias, almas infantis, que vão surgindo e conquistando também a sua ventura, pelo despertamento da consciência nessa sucessão de diástoles e sístoles cósmicas. Esta é a Lei eterna e justa: os “maiores” ensinam os “menores” a escalonarem a senda evolutiva divina!