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Fraternidade Ramatís

O Curso

Apostila 03 O Plano da Criação Divina Seção 2 de 7 Cosmogênese Segundo a Ciência: o Universo Pulsante

Cosmogênese Segundo a Ciência: o Universo Pulsante

Numa rápida visão panorâmica à luz da ciência terrena, o Universo material se apresenta constituído de milhões de galáxias formadas por miríades de estrelas de diversas espécies e idades siderais, em torno de certo percentual das quais giram orbes físicos, os planetas e seus satélites, além de outros corpos celestes característicos, como cometas, pulsares, quasares, etc., todos revelando um aspecto dinâmico de indescritível harmonia e beleza. Muito ao contrário de uma situação estática e de equilíbrio, a que uma abordagem superficial poderia induzir, o Cosmo se encontra em contínua e acelerada expansão, já detectada pelos cientistas desde meados do século XIX, que observaram o deslocamento para a cor vermelha da maior parte da intensidade resultante da fragmentação do espectro luminoso proveniente das estrelas.

A teoria de cosmogênese atualmente defendida pela ciência oficial é a do “Big Bang” (a grande explosão) que assevera que, em seu início, todo o Universo esteve concentrado num único ponto diminuto, composto de um plasma, mistura de diferentes partículas subatômicas, sob temperatura e densidade incalculáveis, e que explodiu violentamente, resfriando-se paulatinamente à medida que a fabulosa expansão que sofreu foi “criando” o próprio espaço, até então inexistente.

Nesse processo de súbita expansão, essas subpartículas se recombinaram formando átomos e moléculas em estado inicialmente gasoso, que, ao se condensarem por força do resfriamento, foram formando os corpos celestes constituintes do Cosmo. Em suma, para a Ciência a matéria surgiu no momento da criação. Atualmente, as galáxias continuam a se afastar mutuamente, tendo os cientistas formulado três hipóteses matematicamente possíveis:

  1. O Universo se expande tão rapidamente que a atração gravitacional entre suas galáxias não poderá jamais parar o processo de dilatação de suas fronteiras. Essa hipótese afirma que ele irá continuar a se expandir eternamente.
  2. O Universo se expande continuamente, porém na velocidade estritamente necessária para isso. Nessa hipótese, a ação da atração gravitacional entre as galáxias é mais intensa que na anterior, porém insuficiente para impedir seu infindável afastamento mútuo.
  3. O Universo, após a grande explosão inicial (o Big Bang), num primeiro momento se expande rapidamente, movido pelas forças que atuam nesse processo, porém a atração gravitacional entre suas galáxias é de tal modo intensa que se contrapõe àquelas forças originais, vencendo-as em intensidade decorrido certo intervalo de tempo, após o qual passa a sobrepujá-las. As galáxias, então, começam a se mover umas em direção às outras e o Universo se contrai, até que elas se colapsem fundindo-se num único ponto concentrado e diminuto, acontecimento chamado de “Big Crunch” (a grande contração).

A quantidade de matéria presente no Universo é o fator que irá determinar para a Ciência se o seu processo de expansão continuará indefinidamente ou não. Os cientistas especulam, baseados em argumentos teóricos, que após um “Big Crunch” seja criado um novo Universo a partir de um “Big Bang” seguinte, que poderá formar tipos de partículas completamente diferentes das do Cosmo atual. A TEORIA CÍCLICA sugere que, pelo lado da Ciência oficial, o Universo pode continuar a se expandir e contrair-se alternadamente, num processo infinito (UNIVERSO PULSANTE).