Funcionamento dos Chacras Etéricos
O movimento giratório vorticoso dos chacras resulta do choque ou contato turbilhonante das energias etéricas sutilíssimas descidas do Alto, com forças etéricas primárias, agressivas e vigorosas que sobem da Terra, carregadas de impurezas próprias do mundo animal instintivo (éter físico). Esse fenômeno é algo semelhante às correntes de ar frio que descem de nuvens carregadas de água e entram em choque com as correntes de ar quente que sobem da crosta terráquea, resultando nos conhecidos fenômenos atmosféricos dos ciclones, tornados ou redemoinhos de vento.
Os chacras, quando observados de perfil em seu veloz funcionamento giratório, se assemelham a verdadeiros “pratos” ou “pires” de energias turbilhonantes, com uma concavidade característica no centro; quando vistos de frente, lembram o movimento acelerado e vertiginoso das hélices dos aviões em alta velocidade, porém emitindo cintilações de cores devidas a absorção de Prâna ou Vitalidade, que os irriga e neles se decompõe em cores, como a luz solar ao incidir num prisma de vidro (ver figura na próxima página).
Embora cada chacra do duplo-etérico possa apresentar diversos matizes de cores ao mesmo tempo, e que diferem entre si pelos tons mais belos, mais límpidos ou mais feios e sujos, há sempre uma tonalidade de cor predominante sobre as demais, que revela o tipo vibratório ou energia útil que ativa este ou aquele sistema ou órgão do corpo físico, em sua absorção prânica. São, portanto, os centros humanos responsáveis pela irrigação de vitalidade, ao captarem o Prâna, que é o combustível essencial da Vida, e sem o que o Espírito não poderia exercer o seu controle e sua atividade sobre o corpo físico, e nem tomar conhecimento das sensações por este vividas, pois os chacras transferem à correspondente região anatômica cada decisão assumida pelo Espírito em seu mundo oculto.
Os chacras do duplo etérico situados nas regiões mais instintivas do homem, a saber, o umbilical, o genésico e o básico, mostram-se em cores mais densas, mais robustas ou “materiais”, assimilando atividades de ordens mais afins ao mundo físico. Já os chacras situados nas zonas mais elevadas do duplo etérico do homem, a saber, o cardíaco, o laríngeo, o frontal e o coronário, se manifestam nas pessoas de boa índole espiritual sob aspectos cromosóficos formosos, transparentes e com maior número de raios (ou “pétalas” ).
Isso acontece porque o Prâna físico, ao filtrar-se pelos chacras das regiões instintivas do ser, mostra-se mais grosseiro e decai em sua freqüência vibratória habitual, ao sustentar sua atividade mais animal. Mas assim que essas diversas cores fluem pelos chacras mais inferiores e depois atingem as regiões mais elevadas do homem, elas então se modificam, clareiam e sutilizam-se, aumentando a sua beleza e colorido, pois recebem a contribuição das energias sublimes descidas das regiões angélicas através do sublime canal espiritual situado no alto da cabeça do homem: o augusto chacra coronário de “união divina”, permanentemente aberto para a região alta da vida do Espírito Imortal.